13 de abr de 2011

O Teor de Nossas Escolhas

Olá pessoal. Hoje irei compartilhar um texto escrito há um ano atrás para o C.D.C. (Conversa Decente Cristã), por ser um tema sempre atual e de importância relevante para nós. Espero que seja motivo de reflexão para todos. Sem mais delongas, vamos ao texto.

Um dia desses, estava olhando algumas coisas no computador, quando me deparei com o trailler de um filme. Parei um pouco e observei. O filme a que me refiro é 2012. Não muito tempo depois, o assisti. Já imaginava o que iria ver, e as impressões que ficaram dele não me cabe explicitá-las aqui, afinal, como dizem por aí "gosto é uma coisa que não se discute."

Desde o lançamento do filme citado acima, muito se tem dito sobre o fim dos tempos, e acredita-se até mesmo que o mundo irá terminar em 2o12. A internet está repleta de textos que falam do assunto, livros antigos e atuais foram publicados dissecando o tema. Quem não se lembra das profecias de Nostradamus - segundo elas, o mundo chegaria ao seu fim no ano 2000? Recordo-me perfeitamente daquele ano, pessoas escondendo-se debaixo das camas, fugindo para lugares inóspitos, e muitos chegaram ao extremo de dar cabo da própria vida.

Nos dias em que vivemos, a ocorrência de terremotos, desastres físicos, fome, miséria, guerras entre nações, a perseguição da igreja, entre muitos outros fatores, têm se mostrado cada vez mais intensos. Estes são apenas alguns dos vários acontecimentos que precederão o fim, segundo as próprias palavras de Jesus. (Marcos 13.3-27) Entretanto, quem é o homem, simples mortal, para determinar quando estas coisas acontecerão? O próprio Cristo deixou claro que nem mesmo Ele tinha tal conhecimento: "Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai." (Marcos 13.32)

Não sei o que você pensa a este respeito. Muitos acham que é apenas uma história, uma invenção humana. Talvez esteja se perguntando: Onde quero chegar com isso? O que eu desejo que você entenda, é que se o mundo terminar em 2012 ou não, se Cristo voltar daqui há dois anos ou dentro de dois dias, o fato é que se morrermos hoje significa que o mundo já terminou para nós e já nos encontramos com Cristo, e a forma como vivemos e as escolhas que fizemos farão toda diferença.

As pessoas têm se preocupado com o amanhã, mas se esquecem do agora. Temos vivido de tal forma que o nosso lema tem sido, como nos dias que antecederam o dilúvio: "Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos." "Vamos aproveitar tudo o que o mundo pode oferecer, nos prostituir, "soltar a franga", "sair do armário", porque amanhã vamos morrer." Inconscientemente, com esta filosofia, as pessoas simplesmente estão assumindo o veredicto: "vivemos de uma forma tão vazia, tão indigna de Deus, que não há solução, tudo está perdido para nós."

Mas o que quero que perceba é que isso é mentira. Deus tem concedido tempo a você, a oportunidade de repensar a sua vida, e fazer a escolha que determinará o seu futuro eterno: andar com Deus! "Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que dará o homem em troca da sua alma?" (Mateus 16.26) E por favor, não venha com saídas do tipo: "céu e inferno não existem, o inferno é aqui mesmo." Não subestime sua inteligência nem a minha.

Eu não sei quando Cristo virá. Não posso prever o que ocorrerá no próximo minuto, se amanhã estarei viva ou se haverá uma geração após esta que vislumbrará o Senhor descendo das nuvens nos céus, com poder e grande glória. Mas de uma coisa tenho certeza: esta, para mim, pode ser a última geração. Dessa forma, a escolha que tomei me impulsiona a agir de modo diferente. Ando com Deus, e desejo que você também ande com Ele e O conheça, e no que depender de mim, isso será possível.

A alternativa a que me proponho hoje é: marcar esta geração propagando a palavra da verdade, de forma que possa ver pessoas se reconciliando com Deus. E se amanhã eu vier a morrer, todos os meus esforços, meu tempo, minha vida, enfim, tudo o que gastei aqui, não terá sido em vão. Seu nome pode estar entre os milhares de soldados, que deixaram a zona de conforto e foram para frente de batalha, porque entenderam que "é muito mais fácil morrer como Jesus se você tiver vivido como Ele por toda uma vida." Isso vai depender tão somente de suas escolhas!

Que Deus, pois, possa abençoá-los, de maneira que as escolhas que fizerem aqui, sejam as melhores e providenciais para a eternidade.

5 comentários:

Anônimo disse...

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Fernando Saraiva disse...

Olá Gerlane,

O Teor de Nossas escolhas!!! Fico a imaginar como teria sido se Cristo não subisse à cruz??? Ter padecido por cada um de seus eleitos??? Ter pela imensa graça vencido a morte e nos dado um valor imutável de vida??? Como seriam as nossas vidas se isto não tivesse ocorrido??? Hoje vivemos um período semelhante ao de Ló, que fora visto como zombador aos olhos dos seus parentes em Sodoma (Gn 19.14). Há duas portas, dois caminhos, duas opções. No entanto grandes recompensas requerem grandes sacrifícios, e este é o ponto, seguir a Cristo é negar a si mesmo, as paixões, os desejos, as vontades, mas poucos estão dispostos, a por meio de uma promessa, renunciar tudo aquilo que lhes traz prazer, felicidade, êxtase mesmo que momentaneamente. È hora de analisarmos as nossas escolhas e acima de tudo, o que me motivou a fazer-la, pois seguir Cristo somente por ter medo do inferno, é sem dúvidas uma das piores em mais enganadas escolhas que alguém possa fazer, que seja sim de todo o coração e que ele possa ser o meu Senhor para todo o sempre!!!

Amém

Gerlane G. Oliveira disse...

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Again, thank you. God bless.

Gerlane G. Oliveira disse...

Oi Fernando.

Realmente a escolha de seguir a Cristo não deve ser tomada apenas por medo do inferno. Seguir a Cristo é muito mais do que escapar do terror do inferno.

Alguém muito acertadamente disse:

"Se eu Te adorar por medo do inferno, queima-me no inferno. Se eu Te adorar pelo paraíso, exclua-me do paraíso. Mas se eu Te adorar pelo que Tu és, não escondas de mim a Tua face."

Esta deve ser nossa escolha, seguir a Jesus, não pelo que Ele pode nos dar, não por que seremos livres do tormento eterno, mas por quem Ele é.

Anônimo disse...

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